A Ford mal divulgou o lançamento da nova geração da picape Ranger e a Chevrolet, em pouco tempo, rebateu com o anúncio do lançamento da nova S10 para o mês de abril.
De acordo com algumas especulações da mídia especializada, a nova S10 deverá ter o mesmo visual da gêmea Colorado (vendida nos EUA, um nível abaixo da picape grande Silverado) e de sua versão SUV, a Trailblazer, recentemente apresentada no Salão de Bangcoc, na Tailândia.
Frente da nova Trailblazer deverá ser a mesma na nova S10. (Fonte: Divulgação)
A nova S10 deverá estrear no Brasil a nova identidade visual global da Chevrolet, com traços mais retilíneos. A grade está maior, imprimindo maior robustez. Assim como a rival Ranger, a traseira não deverá ter grandes alterações. Fica apenas a dúvida se o interior será o mesmo da Colorado, com formas mais sólidas.
Atual interior da Chevrolet Colorado, que nos EUA, conta com o sistema OnStar
(Fonte: Divulgação)
Quanto aos motores, não haverá grandes mudanças: devem seguir em linha o 2.4 flex, 2.5 com injeção direta e 2.8 turbodiesel. Espera-se também uma leve alteração na nomenclatura das versões: a top de linha deverá se chamar "Premier" (mesma nome da versão mais cara do novo Cruze, que chega em março de 2017), com a LTZ reposicionada para a escala intermediária e a LT como a mais básica. Ainda é incerto se a versão especial High Country continuará em linha, estando abaixo ou acima da Premier.
A chegada da nova S10 marca o começo dos lançamentos da Chevrolet para 2016, que ainda incluem o hatch Onix e sua variante sedã, o Prisma.
Os SUVs compactos estão cada vez mais frequentes nas ruas. É só olhar a variedade de modelos neste segmento: EcoSport, Renegade, HR-V, Tracker, entre outros. E mais um modelo vai se juntar a essa turma, só que com uma novidade: motorização híbrida e visual ainda mais futurista.
Trata-se do Toyota C-HR, apresentado ontem (01/03) no Salão de Genebra, na Suíça, e com grandes chances de desembarcar no Brasil até 2017 para brigar com os modelos fabricados por aqui.
Visual futurista e agressivo marcam a dianteira do Toyota C-HR (Fonte: Carro Online)
O primeiro ponto a favor do C-HR é o visual. A dianteira com faróis que se estendem até o centro, próximo do logo da Toyota, a traseira cujas lanternas saltadas lembram o novo Prius e a grande profusão de vincos e volumes da carroceria destoam dos outros modelos da Toyota, mais discretos (como o Corolla, por exemplo).
Lanternas traseiras quase semelhantes as do novo Prius (Fonte: Carro Online)
O segundo ponto de destaque do C-HR é a motorização híbrida, inédita em um SUV compacto. Construído sobre a mesma plataforma TNGA do novo Prius, o C-HR poderá vir de fábrica com um motor 1.8 de 122 cv conectado a um elétrico. Também existem opções mais comuns, como um 1.2 turbo a gasolina e um 2.0 aspirado, todos com transmissão manual ou CVT.
Para o Brasil, que zerou o imposto de importação sobre veículos híbridos e/ou elétricos, o C-HR pode ser um sucesso, tanto na versão híbrida quanto movida a gasolina (ou flex, num futuro próximo), também com transmissão manual ou CVT.
Aos poucos, a Fiat vai renovando a sua linha assim como fez a Chevrolet em 2012. A primeira novidade de peso foi a picape Fiat Toro, que já ultrapassou sua rival (a Renault Duster Oroch) na segunda metade das vendas acumuladas de fevereiro. A segunda é o compacto Mobi, para competir com Chevrolet Onix, Hyundai HB20, dentre outros. Mas para essa renovação ter efeito, é preciso tirar alguns modelos de linha.
Uma fonte ligada à rede de revendas da Fiat afirma que a fábrica está deixando de produzir os modelos Bravo, Idea, Linea e Uno Vivace. Oficialmente, a Fiat nega a informação. Mas uma rápida análise mostra duas boas razões para a descontinuidade dos quatro modelos citados: o número de vendas e a substituição por um modelo mais novo.
O Uno Vivace, veículo mais barato da Fiat junto com o Palio Fire, será substituído pelo Mobi neste ano, restando apenas o Uno reestilizado no final de 2014 com pacotes de opcionais mais caros.
Uno Vivace será substituído pelo Mobi, mais compacto (Fonte: Divulgação)
Lançada no Brasil em setembro de 2005, dois anos após estrear na Europa, a minivan Idea ainda tem uma margem de vendas razoável - foram 8.234 unidades vendidas em 2015 - mas seu azar é estar em um segmento em queda, cujo único concorrente direto é a Citroën Aircross.
Reestilizado em 2010, Idea é uma das poucas minivans "tradicionais" à venda no mercado (Fonte: Divulgação)
Sem grandes alterações desde seu lançamento, em 2008, o Linea (derivado do hatch Punto) foi apenas o 11º sedã médio mais vendido de 2015, com 4.379 unidades emplacadas. Mesmo com versões esportivas, o hatch médio Bravo teve 2.795 emplacamentos no acumulado de 2015, longe dos rivais Ford Focus, Volkswagen Golf (agora fabricado no Brasil) e Chevrolet Cruze Sport6.
Fiat Bravo Sporting (Fonte: Divulgação)
Contudo, Linea e Bravo podem dar lugar para as versões sedã e hatch do novo Fiat Tipo, lançado na Europa em 2015. Infelizmente, ainda não há nenhuma confirmação se o novo Tipo chegará ao Brasil. O Idea, por sua vez, não deverá ter sucessor, já que não possui um substituto dentro da gama de veículos do grupo Fiat Chrysler Autmobiles (FCA) pelo mundo.
O ano de 2016 já é considerado "o ano dos veículos elétricos" no Brasil, devido as reduções de impostos por parte do governo federal e ao crescente aumento da poluição em todo o mundo. E esta notícia pode agradar as montadoras que ainda não possuem experiência com esta forma de combustível alternativo.
Em entrevista ao site Automotive News, o chefe global de powertrain da GM Dan Nicholson afirmou que o motor híbrido do Chevrolet Volt poderá ser usado por empresas concorrentes no futuro. Segundo Nicholson, “Nós queremos ser o parceiro de escolha em desenvolvimento de
sistema de propulsão nessa complexa e turbulenta era de que estamos nos
aproximando”.
Nova geração do Chevrolet Volt, apresentada no Salão de Detroit 2015 (Fonte: Newspress)
Esta possívelparceriabeneficiaria todos os envolvidos. Se por um lado a GM reduziria custos por produzir esse motores em larga escala, as concorrentes podem economizar (e muito) em pesquisa, desenvolvimento e produção, podendo vender seus futuros modelos "verdes" mais cedo.
Contudo, isto ainda pode demorar um pouco. Para o site Autoblog, Kevin Kelley, porta-voz da GM, disse que não sabe de nenhuma negociação com montadoras rivais.
Já faz um bom tempo que o Brasil exporta uma gama variada de veículos. Alguns deles, infelizmente, são mais baratos lá fora do que aqui. É o caso do Sandero RS, versão esportiva do compacto campeão de crítica da Renault.
Versão esportiva do Sandero está acima da "puramente visual" GT Line (Fonte: Divulgação)
Fabricado em São José dos Pinhais (PR), ele custa 249.900 pesos no México, o equivalente a R$ 52.000; mais em conta que os R$ 59.280 cobrados pela Renault brasileira.
A única diferença está debaixo do capô: enquanto que o motor 2.0 16V (com transmissão manual de seis marchas) vendido por aqui é flex, é adaptado para comportar apenas gasolina no México, diminuindo a potência de 150 cv (quando abastecido com etanol) para 145 cv.
Nesta última parte, vamos ver em quais filmes e games o Mitsubishi Lancer Evolution apareceu.
Filmes: É verdade que o Lancer Evolution fez muito sucesso na franquia "Velozes e Furiosos", mas diferente do que muitos pensam, essa não foi sua estreia nos cinemas. A verdadeira primeira aparição foi no filme "Thunderbolt: Ação sobre rodas", lançado em 1995 e estrelado por Jackie Chan. Neste filme, a terceira geração do modelo foi usada pelo astro chinês em uma corrida internacional, o principal chamariz da produção. O carro foi inteiramente montado pela equipe de Jackie, incluindo o motor preparado pela Ralliart.
Mitsubishi Lancer Evolution III, em cena de
"Thunderbolt: Ação sobre rodas" (Fonte: IMCDB.org)
O grande sucesso em solo norte-americano veio em "+ Velozes, + Furiosos", de 2003, quando o Lancer Evolution VII foi um dos principais carros, pilotado por Brian O'Conner (Paul Walker).
Mitsubishi Lancer Evolution VII, do filme "+ Velozes, + Furiosos"
(Fonte: www.imagekb.com)
O sucesso foi tanto que a nona geração apareceu no filme seguinte da franquia, "Desafio em Tóquio" (2006), sendo usada pelo protagonista, Sean (Lucas Black) nos treinamentos de drift, modalidade muito comum no Japão.
9ª geração do Mitsubishi Lancer Evolution, usada em
"Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio" (Fonte: www.flatout.com.br)
Games: Como quase todos os grandes esportivos, o Lancer Evolution fez várias participações na série "Need for Speed", começando em Underground 2 (no jogo anteiror, foi usada a versão regular do Lancer, o que desapontou muitos fãs) e passando por Most Wanted, Carbon, ProStreet, Shift, Undercover, Hot Pursuit (2010) e terminando na 2ª versão de Most WANTED, lançada em 2012.
Outro série de jogos que teve a presença do Lancer Evolution foi "Shutoku Battle", lançada primeiramente no Japão e depois exportada para os Estados Unidos. Separamos um pequeno gameplay do Lancer Evolution V, no extinto PS2.
Nesta terceira parte, vamos ver a 10ª e última geração do Mitsubishi Lancer Evolution.
História: Tudo começou em 2005, com a apresentação do Concept-X, uma versão conceito da futura geração do Lancer Evolution, no Salão do Automóvel de Tóquio daquele ano. O desenho foi feito por Omer Halilhodžić no centro de design europeu da Mitsubishi. Um segundo conceito foi lançado dois anos depois, em 2007, chamado Protype-X, no Salão do Automóvel de Detroit, sendo que a versão de produção foi lançada nesse mesmo ano.
Mitsubishi Lancer Evolution X (Fonte: forums.ubi.com)
O principal destaque ficou com o novo motor 2.0 turbo GEMA de 4 cilindros feito inteiramente de alumínio. A potência varia conforme os países onde o modelo é vendido, mas todas as versões garantem um mínimo de 276 HP. A versão mais potente é vendida no Reino Unido, com motores refeitos e alcançando de 300 a 360 HP.
Infelizmente, essa história chegou ao fim. Em julho de 2014, a Mitsubishi anunciou o fim do Lancer Evolution, e até agora não apresentou um substituto. O motivo, segundo a empresa, é a concentração desta em desenvolver e produzir veículos ecológicos, principalmente aqueles movidos a eletricidade.
No Brasil, o modelo ganhou uma versão de despedida, batizada de "John Easton", nome do ex-diretor da Ralliart, divisão de alta performance e competição da marca. Ele mesmo coordenou as modificações, incluindo uma reprogramação do módulo de injeção eletrônica, aumentando a potência para 340 HP.
Mitsubishi Lancer Evolution John Easton (Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com)
No próximo post, falaremos sobre a participação do Lancer Evolution em filmes e games.
Hoje vamos continuar nossa série sobre o Mitsubishi Lancer Evolution, falando da 5ª até a 9ª geração.
História: Em 1998, foi lançado o Lancer Evolution V, baseado na plataforma da geração anterior (IV) e apresentando poucas alterações. A potência foi mantida (280 HP), com melhorias no turbocompressor e freios Brembo pela 1ª vez. Ao todo, foram fabricadas 8.007 unidades. Essa geração durou apenas 1 ano de vida.
Antes da virada do milênio, em 1999, chegou o Lancer Evolution VI, focado em melhorias no resfriamento e na durabilidade do motor, como turbo de titânio-alumínio, intercooler maior e novos pistões. Também foi lançada a edição especial Tommi Mäkinen, que leva o nome do piloto 4 vezes vencedor do Campeonato Mundial de Rally (World Rally Championship - WRC) com a Mitsubishi. Os itens desta versão incluem bancos Recaro nas cores preta/vermelha, volante em couro Momo, rodas brancas Enkei de 17", além de turbo melhorado.
Mitsubishi Lancer Evolution VI (Fonte: http://images-2.drive.com.au)
Em 2001, o Lancer Evolution chegou a sua 7ª geração com novo visual (graças a plataforma Cedia, que deixou o modelo mais pesado que o Evolution VI) e mudanças no motor (com a adição de um diferencial central ativo). Além disso, esta foi a primeira geração a receber câmbio automático, disponível apenas na versão GT-A.
Mitsubishi Lancer Evolution VII (Fonte: www.aceleras.net)
O ano de 2003 marcou a chegada da 8ª geração do Lancer Evolution. Apesar de manter o mesmo visual da geração anterior (que foi usado até o 9º modelo, lançado em 2005), ela teve histórias bem curiosas em dois países: Inglaterra e Estados Unidos.
No primeiro, várias versões especiais do Evolution VIII foram lançadas através da Ralliart, a divisão esportiva da Mitsubishi. Essas versões tinham motores com potências que variam de 305 a 405 HP, um recorde! Uma das edições do programa Top Gear, da BBC, provou que a versão FQ400 do Lancer Evolution VIII podia ficar emparelhada a um Lamborghini Murciélago, ficando atrás do superesportivo italiano por apenas 1.1 segundo. Em um teste da revista Evo, o Lancer consegui completar uma volta completa no Autódromo de Bedford (em Bedfordshire, também na Inglaterra) mais rápido que um Audi RS4 e um Porsche 911 Carrera 4S!
Por último, este foi o primeiro modelo do Lancer Evolution a ser vendido nos Estados Unidos, devido ao sucesso do rival Subaru Impreza WRX STI em terras ianques. Infelizmente, o Lancer vendido nos Estados Unidos tinha menos componentes mecânicos (alguns importantes) que o original do Japão.
Para encerrar o post de hoje, a 9ª geração do Lancer Evolution (a última antes da mudança final de visual) foi apresentada em 3 de março de 2005 simultaneamente no Japão e no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça. A principal mudança foi a revisão do turbocompressor, que elevou a potência para 287 HP.
Assim como o modelo anterior, esta geração tem uma história ainda mais interessante: ela ganhou uma variante perua esportiva (a exemplo de modelos europeus, como Mercedes-Benz E63 AMG e BMW M5 Touring). Disponível nas versões GT, GT-A e MR, apenas 2.500 uniades foram produzidas e vendidas apenas no Japão, mas algumas foram importadas para outros países ilegalmente (através do chamado "mercado cinza"). Ela também podia ser equipada com transmissão automática de 6 velocidades.
Mitsubishi Lancer Evolution IX Wagon (Fonte: www.nissnasilvia.com)
Vídeo: Comparação entre o Mitsubishi Lancer Evolution Wagon e o Audi RS6 Avant.
Parte 1
Parte 2
No próximo post, vamos falar sobre a 10ª e última geração do Lancer Evolution, além de sua participação em filmes e videogames.
Até lá!
Hoje vamos falar sobre um clássico sedã japonês que se despede no fim de 2015.Trata-se do Mitsubishi Lancer Evolution.
História: Como o próprio nome diz, o Lancer Evolution é a variação mais potente do Mitsubishi Lancer, um dos sedãs mais vendidos e conhecidos do Japão. Ele é o principal concorrente do Subaru Impreza WRX STI, outro sedã esportivo bem conhecido do público oriental. Inicialmente criado para atender ao mercado japonês, ele foi exportado para o Reino Unido e outros países da Europa a partir de 1998, atendendo a demanda do "mercado cinza". O Lancer Evolution só chegou aos Estados Unidos em 2003, a partir da 8ª geração. O mais curiosos deste carro é que os motores variam conforme o local em que são vendidos. Por exemplo: o modelo japonês alcançava 276 HP de potência na 1ª geração, enquanto que os modelos europeus tinham 291 HP!
Modelos: O 1º Lancer Evolution foi lançado em 1992, criado para disputar o World Rally Championship (WRC) e popularmente chamado de "Evo original". Disponível nas versões GSR (rua e conforto, incluindo sistema de climatização digital) e RS (mais esportiva, porém mais simples), ele era equipado com o motor DOHC 2.0L 4 cilindros em linha com 16 válvulas, alcançando 250 HP e velocidade máxima de 180 km/h (limitada eletronicamente). A produção foi limitada a 5.000 unidades.
Mitsubishi Lancer Evolution I (Fonte: Divulgação)
As gerações seguintes (II e III) mantiveram o mesmo visual da primeira, com algumas poucas mudanças estéticas (para melhoria de aerodinâmica) e mecânicas (aumento de 10 HP para cada uma dessas versões).
Em 1996, agora com mais popularidade, foi lançado o Lancer Evolution IV. Além de um novo visual (graças a uma nova plataforma, maior comprimento e suspensão rebaixada), também foi disponibilizado um novo motor DOHC 4G63 e um novo turbocompressor que aumentaram a potência para 280 HP. Outra grande novidade apresentada nesta geração foi o controle eletrônico AYC (Active Yaw Control), um diferencial traseiro ativo, que melhorava o comportamento do carro em qualquer tipo de terreno, alinhado a uma nova suspensão traseira Multilink. O resultadofoi o rápido esgotamento das 6.000 unidades produzidas, mas por causa dademanda, mais 4.000 unidades foram feitas, totalizando 10.000 exemplares.
Mitsubishi Lancer Evolution IV (Fonte: www.japanesesportcars.com)
Vídeo: Uma participação do Lancer Evolution III GSR no filme Thunderbolt - Ação Sobre Rodas, de 1995, onde ele é testado por Jackie Chan numa autoestrada em Hong Kong, com autorização da polícia local.
No próximo post, vamos falar sobre da 5ª à 10ª e última geração do Mitsubishi Lancer Evolution, além de suas participações em filmes, como visto no vídeo acima.
Hoje vamos falar sobre a participação da Chevrolet
Corvette em filmes, séries e games ao longo de sua história.
Filmes: A Corvette viveu muitas vezes de
participações menores (“pontas”) em produções como “Scooby-Doo” (2002) e “Besouro
Verde” (2011). O maior destaque foi na franquia Transformers, dirigida por Michael Bay. O carro foi escolhido
(ainda como o conceito Stingray) para dar vida ao Autobot Sideswipe, de “A
vingança dos derrotados” (2009) a “O lado escuro da lua” (2011). A atual
geração (C7) voltou no filme mais recente, “A era da extinção” (2014), agora como
o Autobot Crosshairs. O filme também conta com o conceito do Stingray original,
de 1959, no museu dos Autobots, que provavelmente é a nova forma de Sideswipe.
Chevrolet Corvette C7 (Fonte:http://www.defenderworx.com)
Dentre as séries que a Corvette participou, estão
Veronica Mars, Missão Impossível e Anjos da Lei.
No universo dos games, além das franquias Gran
Turismo e Need for Speed, a Corvette é um dos poucos carros (ao lado do
Mustang) a ter seu próprio game: simplesmente chamado de Corvette, foi lançado
em 2003 (ano do 50º aniversário da Corvette) pelas desconhecidas TDK Mediactive e Global Star Software para
PS2, Xbox, Game Boy Advance e PC. O estilo é similar a Need for Speed, com
tráfico e polícia.
Vídeo: Abertura do game “Corvette”
(Versão para PS2)